
gratuitos, com alguns dos principais representantes das músicas de África. Com duas actuações por noite, o festival vai ter ainda uma “Tenda – Ponto de Encontro”, com workshops, ateliers, actuações e uma exposição
. Jah Fakoly

Maio Coopé
Páginas soltas de reflexões sobre o Guineense: poesia e meditações; contos, anedotas, ditos e provérbios; publicações, eventos culturais, ensaios e crítica líterária. un spasu di djumbai, di mansirka lungha,di konta pasada, di no lembra tempu ku pasa na um ritmu di tambur na badju di Djambadon. Nunde ku Djidius o djintons pudi mostra balur di si ofis djuntadu ku poteris na fitu di fasi noti badja katembunda anti di mandurgada na ponta.

gratuitos, com alguns dos principais representantes das músicas de África. Com duas actuações por noite, o festival vai ter ainda uma “Tenda – Ponto de Encontro”, com workshops, ateliers, actuações e uma exposição
. Jah Fakoly

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terça-feira, julho 04, 2006
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Ndongle Akudeta
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quarta-feira, junho 28, 2006
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Kurpu ndjitadu na tagua
djalidjali na tchikini tina
bas… bas…
sintidu ngarba ku kurpu di fitu
kudadi i na bambaran
ku na podrisi
Homi di kasa na tchalasia na kasadia
kuma gustu di kerensa
i mudju di kasa-dus
Na kasa-garandi
kuntangu
i kumpadri di dona-kasa
dinheru di fera i sigridu na kaneka di mankara
pa ngoda un-tiru na stangu di padida nobu
son mundu si soda ku pudi tustumunha
Kurpu sin sintidu
tina ndjita tadju
bas bas bas
djaldjali barsa
kudadi
di dona-kasa
Ndongle Akudeta
15.11.05
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segunda-feira, junho 19, 2006
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(visão on-line do agradecimento)
From:Ndongle Akudeta Fri, 28 Nov 2003 17:36:35
Se um dia por descuido do tempo...
(nesta saga doentia de ceifar trigo
com a foice da colheita na época seca)
poesia feita foice lavro a terra —
alameda de versos
Como sou tão aéreo quando no espaço
e embalo-me ao encanto do contratempo
Se um dia — batendo a mão no peito —
abordado pela inundação ou avalanche
a chuva feita bambaram na noite iniciática de maio
enche o celeiro do meu pensar. Sou homem do campo
e com lamparam afundo estalactites e murmúrios do nevoeiro
e a cínica noite cobiçando a tapada da minha lavra
Se um dia por negligência tombar
na armadilha hostil de um vizinho
(meus olhos outrora laboratório...)
Se um dia – minha voz a entoar
no sarau dos ventos que se vão embora
quando ainda não é hora por cá fora...
Se um dia...ah!
Este meu devoto sentir patriótico
que se rima com o precipício
se se precipitar na vã direcção
povoada pelas memórias em ruínas
na busca frustrada da chave da civilização
Por eleição a selvajaria
preservando a pura sabedoria
no monocórdico hino
fúnebre que retumba
quando acordado e elevado
no altar aromático
com cheiro do carvão
fundido em cinzas
nestes recantos fatídicos
do amanhecer
liberto dentre o alvoroço
que festeja a morte — tumbas
fortuna tão cobiçado na corte!
Cânticos folclóricos em estandarte hastear
ao cume do monte onde deuses repousam
para luzir a linha viva da comunicação harmoniosa
Na hora de falar mantenhas
(sinos dobrando na capela)
estarei acordado no meio da rua
por onde passam bideiras com cabaças
de leite de vaca dormido e bem freco
ao lado da esquina onde a lua
trespassa a morna esperança
com a nata do seu olhar que lambe
os corações desfalecidos
Recusarei sim que as lágrimas
me apinhem a caixa de correio
se um dia por mero descuido baquear
na escada alva das condolências
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sábado, junho 17, 2006
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Bênção da Fábrica de Leite Blufo
Menção honrosa à Montagem de Nghaié
Mantenhas de Brá, Elias, Obras Públicas
Que novas do MIG21!
Pára-quedistas em acção nas Las Palmeras
Torre do controlo de Bissalanca.... sentinela na portão da Base Aérea
Ah Jagudi real aterrando de bico na pista da aviação !
Soares da Costa, Somec-tem-tudo
Minas de pedra do Rebentamento rumo a Cais de Pindjiguiti
Tractores a romper estradas nas florestas.....
Andorinhas rebocando ninhos no chaminé
Desenbargo pronto boinas pretas no assalto final
Ah, parafusos, correias, válvulas e cilindros do Volvo!
Coburnel Campo de manas, bolas super-telé, Granja Suinave
Ó Manel-iago Alambiques Cana de açucar aguardentes
Ufa...! holofotes no centro da cidade!
Lino Correia no Festival de Mandjuandade
em harmonia com o Estádio 24 de Setembro
na transmissão directa da Taça Amílcar Cabral
Cegonha no central eléctrico Peré.
Apagão no Alto Bandim Sacor, cais de Pindjiquiti,
Complexo de Bolola em frenesim
Barras de gelo peneiradas nas câmaras da Semapesca
Ó motores das canoas de poilão ó carvoeiros, ó lenhadores
Eh brasas nas fornalhas de pão de milho...!
Eh lapas, panguetes nas travessas e bandejas
Ah! balaios na formatura nos becos!
Cine Rock... taberna de Zita, Pindra-pé
Xa xa xa...! Frigideira em acção
Ainda só são 5 da manhã em frente do Consulado da Mauritânia
É festa cheira-se a Natal. Sirenes em paradas
Bombeiros em acção. Bolsas de fogo
Lavrando palhotas no Reno Gã-Beafada
Ao programa do Partido em implemento.
Eis a Pátria amada. QG-Amura - 5 minutos
Plataformas a desfilarem nos hangares do Armazém do Povo...
Coktail no Pindjiguiti
Poh... poh! buzinar de barco de mercadoria
Atracando no porto. Made in Taiwan Xanghai
China Tóquio Requisições do PAM Instituto Amizade
Escola Piloto Titina Silá uih... Compota de Bolama!
Sacos de arroz arrebatados fep logo-logo
Nas longas bichas na taberna do Comité
Viva o Comércio Livre...! Ah! reforma do Arado
Geta-Bissau Welcome to Cajutown
Às Toneladas de castanhas no funeral das bolanhas...
Aos ferros velhos e sucatas da Achada
Ao Cemitério de Niva da Lada da Mini cooper
Ah! Destacamento Tchico Té! INEP! Cenfa! INEFD! Justado Veira!
Complexo escolar 14 de Novembro !
À faculdade de Direito de Bissau,
Á faculdade de medicina de Bissau
Viva a moral tradicional e a saúde dos velhos
Viva a cooperativa CUP!
Bêncão da radi, da grua e da Picareta
Socotram compadre do bissilão
Aló mar de Geba silo-diata adeus
Pontão Bissau-Bafatá Bambaia.
Luco Air Biombo Tubarão em ultrapassagem .
Farol do ilhéu. Galo da Sé Catedral Ave Maria!
Nô Pintcha imprensa nacional respirando fundo
Ntori Palan o menino dos jornais na praça Che Guevara
Engraxadores de tamancos-bico-fino na porta do café Universal
Bom dia ouvintes da Radiodifusão Nacional
Convosco na frasqueira Aladje Mandjai
Luta em Cuntum Run... tan... tan... tan...Cotó Braima.
Pampa arriba tambamor Transito na avenida,
Sinaleiro na feira de Bandim - Kabi na Fantcahamna Arroz ka tem
Maré alta pelicano na beira-mar
Refinarias com postura do tenente de Brigada
Bandeiras içadas nas torrinhas no flanco dorsal do Continente
Aló Cumeré Guinégás Dicol Estaleiro Naval
no baptismo dos barcos velhos
Sucatas em Achada, Kumeré em combustão lenta.
Casca de mancarra no convívio de socogel
Acordo constipado na cripta do rei póstumo de Bandim
No Cemitério real de Crim
Mãe-d'água a cem passos do Simão Mendes - palácio das Humanidades
recicla-se vidas em cada badalada pendular de Bombeiro
e na torre do controle Concorde a congestionar as pistas
Voos de Pombo a encurtar atlânticos
Hosana a Osvaldo Vieira
Ao piloto que enlouquecera na rota de Bissalanca
Vviva manicómio de Brá
Glória ao pensamento nacional
Em louvor à razão natural
Viva à Pátria Armada
Em defesa do brasão nacional -
Estrela negra no fundo roxo
Até manhã Poilão de Brá!
Até manhã Bissau... Anumbara!
Adão Quadé
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quarta-feira, junho 07, 2006
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o peso da cabeça
esconde a minha simplicidade
sou um pórtico em grafite
docas estampadas de sobriedade
sobre este tronco sem remessas
saltam marujos gravitantes ao convite
amotinam-se as ondas em vaidade
as brisas tranquilizantes
corrompem tudo em luto
apelando ao silêncio gritante
a musica é assustadora ao pôr-do-sol..
as veias pervertidas comprometem
a minha extroversão
aponto o indicador sempre ao alto
bom dia - preceito da minha domação
a força nunca me traiu a vontade
ouvir a vizinhança a amaldiçoar
o meu nome indicia atentado
contra a humanidade
logro do fogo da compaixão
logo toda a cumplicidade
é abençoada ao amanhecer
fermentos dos meus bolos
coctail do desgrato
a minha esquerda é sacra
e basta um lindo sorrir
transversal da mulher me consolo:
poção mágica em redemoinho
para esconjurar o enfadonho
chave miraculosa da grande fortuna
que o dia guardara para mim
Adão Quadé
Santos, 09.07.03
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quinta-feira, maio 11, 2006
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Por: Homem de Olveira Carvalho
Olhar de Mulher uma miscelânea de poemas sobre a mulher sobretudo africana dedicada especialmente sobre mulheres guineenses e angolanas num trabalho oficioso celado pelas mãos sublimes do guinense Manuel da Costa e do angolano Mário António Ernesto, sob chancela da editora Contra-Regra (2001).
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quarta-feira, abril 26, 2006
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Boka moladu pa simola moskia-moskiadu
paki liti korta fala ku siti
gardisimenti malbensidu
rabata-rabata faimadu ba dja
kiston di fia i un negosio di mampasada
mama mainadu
kil ku djuntadu na armondadi
padasia-padasiadu garan garan
kinhon ki di povu sabodja-sobojadu aula-ula
'ma amanha falsia disna di ontordia
na djunda-djunda di aonti ku aos
na moransa di djitu-ka-tem kau kala iem
udju rabata tuada di djambadon
oredja na tchebeta mukur mukur
kinoba ku kamba boka distranha
*****

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sábado, abril 15, 2006
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16.05.01 - 24.06.01
kil bu djindjirba
ku ta fasin
fidi-lifanti
na nheme karus
bu kalkanhada
po di findi
i mantchadu
di patchi nha korson
na pedra di kunfentu
kil bu udju
mar di liti
ki n ta mbugudja nha siti
kontan
si n ka mersi
djamu bu tadju
nha djidiundadi
ta bai nkanta
fundu di mar
Ndongle Akudeta
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sábado, abril 15, 2006
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ela está triste
sei-o de cor
o meu coração
sabe ler o odor
de um sentimento
dilacerado
ao além do portão
e tão loucamente
então
me disse
o amor
resiste
perante um sonho
resignado!
Lisboa, 30.12.03
Adão Quadé
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quinta-feira, abril 13, 2006
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a vida é perfume sem cor
cheiro em ciúmes com o odor
construir castelo na areia da praia
é sol de pouca dura
primavera ainda não conseguiu vencer o inverno
estamos a alimentar o tubarão
na agua onde nadamos
que um dia há-de nos engolir a todos
cá por este lado há harmonia
estou on-line nesta nave do transcendente
o espaço é espaçoso para negociar a paz
vê-se nesta nave cores de todo o mundo
a bola afinal é redonda por aparência
dá ânsia de poupar aqui urnas aqui atrás
onde pausadamente o corpo se jaz
fio da alma atada em nós de bamba apodrecida
sarampo no meio da neve é adiar o esquiar
e o inverno toma textura da sua própria manta
arrepia o sol a lua acende a lanterna
vagueia na nuvem rebanho de carneiros
aquela escada equinocial ares amotinados
regressam alegremente enlutados de branco
da fúnebre missa do tempo sepultado sem campa
evocamos o requiem para o repouso dos infiéis
pois abastados os famintos - farinha do mesmo saco
cabemos todos na Arca da despersonalização
absorvida em alameda de flores ...
tenho agora uma nova atitude para com a comunidade
um recipiente onde não cabem todas as virtudes
sou rebelde não por natureza mas ante a sociedade
carrego a bandeira com cores contra tudo
até à lassitude que opera nas entranhas da juventude
3:25 20-02-2003
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quinta-feira, abril 13, 2006
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o meu indicador
é furtivo e destro
como que uma faca
balanta
quando se levanta
é deveras
um bom atirador
ao alvo nunca falha
esta minha navalha
herdada de tantas batalhas
e vou ao combate
na escuridão
entrincheirada
na gruta da palavra
grávida
sem nenhuma
espingarda
na linha
da vanguarda...
e me clamam: vate!
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quarta-feira, abril 05, 2006
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Manuel Pedro Pereira, Jr."Djombodikilin"
Era uma vez …
Era uma vez na rua Porto travou-se uma conversa amena entre a mãe e o filho.
– Bem! Será que tu pensas? – perguntou a mãe ao filho de seis aninhos.
– Claro que penso? – respondeu o filho
– Mas o que é que tu pensas? – indagou a mãe curiosa para partilhar do pensamento do filho
– Penso se amanhecerei vivo e, ou se haverá de comer – respondeu o filho sem muito meditar.
Realmente o menino pensa. Que brilhante pensamento de uma crança de seis aninhos de idade. Este é dos primitivos racciocínios do Homem e nem toda a criança assim pensa.
Na sequência do dito diálogo deprendia-se o seguinte, aliás é a vez do filho questionar a mamãe.
– Mas mãe, porque é que tu sempre me pressiones a ir à escola? Será que na escola dão a gente sacos de arroz ou dinheiro? – perguntou o filho à mãe.
– Sim, tu não sabes disso? – respondeu a mãe interrogando.
– Não. Não sei.
– Na escola te dão tudo. Saco de arroz, dinheiro, bom trabalho, mulher, carro. Mas tudo mesmo.
– Mamãe! Mas tu não andaste na escola. E, então como é que de tudo isso sabes? – interrogou o pequeno – Eu não vi ningém que da escola recebeu arroz e dinheiro – continuou ele.
– Olha se andares na escola vais ser doutor, engenheiro ou especialista. Sendo um formado vais ter um bom emprego, uma casa linda, carros, mulher amada e filhos, resumindo vais ter um boa vida.
A puéril questão como de tudo isso sabes se na escola não andaste, encheu o olhar da Dona Tite de lágrimas.
– Sim, não andei na escola. – deu uma pausa, contendo as gotas que temem a chover do céu dos olhos p’ra depois continuar. – É uma longa e dolorosa estória. Olha o meu pai andou na escola, ele fez a quarta classe colonial, foi lavrador, carpinteiro, foi uma pessoa de bem naquela altura. Através dos familiares sabiávamos que tínhamos uma conta que não se sabe-se o paradeiro no banco. Éramos quatro duas fémeas e dois machos das duas mães amigas e «kumbosas» [1]. Cada mulher um filho e uma filha.
Já muito doente o papai deixou ou indicações ou testamento que filho p’ra que familiar deve ir na «kriason» [2].
Eu calhei–me à um familiar paterno à uma tia que mandava na escola os filhos dela e meus irmãos de criação por estes terem os pais vivos e, entretanto a mim reservava os afazéres domésticos. Supliquei–a que também queria andar na escola mas em vão. Dentre outras as minhas duras e puéris tarefas quotidianas se resumiam a cozinha, a costura, e «bida» [3] para ajudar com a mão em casa. Insónias, maltratos. Primeiro a acordar começando o dia com varrer, passar pano no chão, limpar e arrumar e, último a dormir depois de estender a cama, descer a tenda e apagar os candeiros. Lembro–me de episódios tristes como por exemplo de estar de pé quando almoçavam a mestra e o marido dele quer dizer era eu o último a almoçar. Assim como de muitas vezes que se esquecia de tirar a bácia de cama em mim é vazado o chichi alí contido.
Nem o meu cão desejo ver no criação. Por isso estude, trabalhe e progrida. Tudo faço e farei p’ra o teu bem – beijou o filho na testa e demoradamente abraçou–o.
FIM
Moscovo, Quarta-Feira, 22.02.2006 13h
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[1] Kumbosas – rivais, as mulheres de um homem
[2] Kriason – criação: educar criança alheia
[3] bida – vida, vendas; fazer bida – vender, fazer negócio
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FRASE & REFLEXAO
«Bida pa bida – negócio é negócio»
Guilhermina Da Silva
Manuel Pedro Pereira, Jr.
(Djombodikilin)
Moscovo, Quarta-Feira, 25.02.2006, 20 horas
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Ndongle Akudeta
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