ku padidu
i torna
i na ramanga
Páginas soltas de reflexões sobre o Guineense: poesia e meditações; contos, anedotas, ditos e provérbios; publicações, eventos culturais, ensaios e crítica líterária. un spasu di djumbai, di mansirka lungha,di konta pasada, di no lembra tempu ku pasa na um ritmu di tambur na badju di Djambadon. Nunde ku Djidius o djintons pudi mostra balur di si ofis djuntadu ku poteris na fitu di fasi noti badja katembunda anti di mandurgada na ponta.
Publicada por
A.Quade
em
Segunda-feira, Novembro 19, 2007
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finalmente
chegou o advento
predito
nas folha mortas
pisadas
pelos calcanhares cavalgantes
do tempo
adormecido
o tempo submeteu
à ordem
do verbo
caminharei sim
hirto e de cabeça bem erguida
rumo ao horizonte
não abdicarei nunca
da dávida
ancestral
a tocha mágica resplandeceu
no firmamento
do meu pensamento
chegou a hora guiné mater mea
aceita no teu colo
as lamentações
do teu filho pródigo
um dia
desterrado
num choro abafado
pelo rufar do tambor
da iniciação
na alameda das iluminações
na madrugada de nevoeiros
serenando em rosas
lambi a nata da anunciação
(embreaguei-me
com cálice das premunições)
24.09.07
Adão Quadé
Publicada por
Ndongle Akudeta
em
Segunda-feira, Novembro 12, 2007
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Etiquetas: a.quadé, adão Quadé, Guiné-Bissau