kil alma
ku padidu
ku padidu
mortu
i torna
muri mas bibu
i na ramanga
i na ramanga
Páginas soltas de reflexões sobre o Guineense: poesia e meditações; contos, anedotas, ditos e provérbios; publicações, eventos culturais, ensaios e crítica líterária. un spasu di djumbai, di mansirka lungha,di konta pasada, di no lembra tempu ku pasa na um ritmu di tambur na badju di Djambadon. Nunde ku Djidius o djintons pudi mostra balur di si ofis djuntadu ku poteris na fitu di fasi noti badja katembunda anti di mandurgada na ponta.
Publicada por
A.Quade
em
Segunda-feira, Novembro 19, 2007
1 comentários:
Um poema que serviu de porta-estandarte a movimento que se viu a nascer em Thiés na tentativa de animar e fortalecer a moral dos guineenses refugiados na cidade senegalesa setenta quilómetros de Dakar, a capital.
Thiés uma cidade culturalmente marcada pela vestígios civilizacionais da resistência e defesa dos interesses comum do Kayor contra a ocupação colonial francesa.
Thiés é a via de comunicação do Senegal para com o mundo fora através dos seus caminhos-de-ferro.
Isso fizera de Lat Dior Diop, o "Damel" do Kayor(1862) a contituir-se em objecto de admiração e de perseguição pela sua destemida coragem em enfrentar os franceses opondo-se a construção de linha férrea que ligava Dakar e Saint-Louis.Em 1886 morre na batalha de Dhkele. Lat Dior é hoje considerado, no Senegal, um herói nacional.
A sua sageza e tenacidade no combate consolidaram o seu carisma pela mensagem divina que profetizava junto dos seus seguidores à volta da confraria muçulmana fundada por ele: Tidiane.
1998.Thiés aceitou nos hospedar, na mesma bantabá despensando-os a vasta e mítica arena onde ao rei de Kayor reforçou o seu poder contra os fraceses em 1870.
O maior gesto que podemos fazer neste momento é agradecer a "Mame" Thiés pela coragem, o fôlego e a garra, o canudo forte que nos assinou na afirmação de uma mentalidade cultural madura e fértil mas contagiante e o recado da kikia é toda a poesia no seu estado mais animalesco cheirando a barro da terra molhada, o sabor da madrugada, a música fúnebre, o prenúncio da ressureição, a iniciação da palavra no ritual nghaié. “Djerdef Tchés firma tcham!”
Adão Quadé
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